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O CONDOR

O CONDOR

FERNANDO PINTO, O HOMEM , O SEU TEMPO E A SAUDADE

                                                       

                                 

           Acabo de ler no Facebook uma entrevista dada por Luís Pinheiro sobre vigésima quarta edição da Feira Medieval de Canas de Senhorim.

          O mote da feira, segundo Luís Pinheiro, tem por tema os grandes movimentos migratórios através dos séculos.

           É de facto um bom tema, pois se não têm sido esses movimentos migratórios Canas de Senhorim não seria hoje tão rica culturalmente: esta mescla de usos e costumes ainda hoje se faz sentir na nossa terra, não é difícil de ouvir aqui e ali uma Chula, um Malhão, o bater de um Fandango e o corrupio de um Corridinho

            Mas não é para escrever sobre a feira medieval que hoje aqui estou a queimar as pestanas; tenho da feira uma opinião muito positiva, embora em algumas edições lá visse vender batatas, meias de nylon e DVDs   

             Meu Caro Luís, deixa-me que te trate assim; hoje estou aqui a escrever porque tu te referiste a um HOMEM que durante a sua vida nos uniu.

O seu fino trato, o seu humor perfumado e a sua simplicidade de vida desarmava diferenças, apaziguava querelas, em suma unia esforços.

              Fernando Gomes Pinto, passou pela via como caravela em mar de bonança, distribuiu bondade e compreensão, nunca levantou a voz e fez-se sempre ouvir, era um amigo sempre presente, e, apesar de ter partido continua connosco.

               Fernando Gomes Pinto apenas tinha um defeito, era culto mas não era doutor

               Caro Luís, o doce mato do esquecimento serve de remédio para curar todas as feridas, mesmo aquelas que nos doem mais.

               Assim foi com Valdemar Gomes Ambrósio, quem a nossa terra tanto deve e depressa esqueceu; também não era doutor.

               No dia dois de Agosto P.P. anunciaste a tua candidatura como cabeça de lista à Junta de Freguesia nas eleições autárquicas de 2017; em minha opinião, apesar de nunca ter acreditado em ti, acho que vais ser eleito, se assim acontecer podes ser o bendito ou maldito presidente da Junta de Freguesia de Canas de Senhorim, caso faças ou não Justiça a estes dois GRANDES HOMENS.

 

Maio Vermelho.              

A VELHA SENHORA EM CAMPANHA

Ela aí está.

Sorrindo à direita, flirtando á esquerda.

A Velha Senhora e o seu séquito deu nas vistas na festa feira do vinho.

Olha alegremente para os transeuntes e sorri, como quem diz: - contem comigo e com os meus beijinhos para as próximas eleições.

Contem comigo para acabar a função a que me propus em 2005: - vamos fazer da Câmara novamente a maior empregadora do Concelho, vamos contrair empréstimos a juros ruinosos para que vós pagueis impostos mais elevados, vamos novamente dar voz ao regabofe, a abrir de novo as portas do covil aos compadres e perseguir os suspeitos do costume.

Acreditem que a coisa será fácil:- temos o apoio do sumo-sacerdote do convento do roseiral, do pequenino marginal, da arredonda a saia e dos trolarós.

Claro que as coisas se complicarão se o os ditos forem corridos em Outubro, mas vamos ter fé, o dito cujo tem argumentos, embora reconheça que cada vez são menos. Apareceu agora um tal Maio-Vermelho que tenta por cobro ao desaforo que pelo convento vai.

Vamos esperar para ver.

Maio - Vermelho passa pela Velha Senhora, olha-a de soslaio pois adivinha-lhe os pensamentos; tem ideia diferente do que vai acontecer, os munícipes não são estúpidos, Sabem o que sofreram durante oito anos:- desemprego, fome, e desprezo e vergonha.

Sabem que as dividas feitas no mandato da Velha Senhora condicionaram as suas vidas e o então criado Nelas Solidário era uma forma encapotada de levar aos carecas do partido o que era destinado a todos que tinham problemas de pobreza.

Lembram-se com certeza que a porca embora magra, era chupada pelos sicários e comissários do partido e ia morrendo.

Vamos dizer à Velha  Senhora que continue a fazer de marioneta na Assembleia da República. Aí ela ali está bem, não tem mais que fazer o que o patrão Coelho lhe manda; isto é, acenar para cima e para baixo e da direita para a esquerda e vice-versa.

Maio  Vermelho

 

  

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