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O CONDOR

O CONDOR

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O REGRESSO DA VELHA SENHORA

               Em 29 de Setembro de 2013 o Povo do Município de Nelas disse:

-Basta.

                       A 27 de Outubro a Srª. e a sua tralha caiem de cadeira.

                      Em 2005 herdou um município pujante, cumpridor, respeitado, solidário e lutador pela sua unidade, a pobreza estava reduzida pequenas franjas que não foram deixadas para trás. Um cêntimo era um cêntimo, mas esse cêntimo era dos Munícipes, o emprego, garante do pão na mesa, era efectivo.

                      A Senhora chegou, distribuiu beijinhos e prometimentos. O poder aos eleitos gritava, o leite e o mel vai chegar a todos, queremos uma auditoria, contamos com todos, claro que troco de promessas encapotadas contava com os traidores ligados ao seu adversário e não eram poucos.

                        Ganhou as eleições, depois da tomada de posse com pompa e circunstância e discurso vazio, senta-se na cadeira do poder.

                        Oh pouca sorte e má fortuna para os munícipes, intalala.se a desbunda, o abuso do poder, os favores, a Câmara Municipal transforma-se no clube dos poetas mortos, Borges da Silva diz não e bate com a porta. Por trás os rosas dão um jeitinho. Compram-se votantes, pagam-se cotas, vele tudo, o poder do partido adversário não podia cair em mãos erradas e não caiu.

                         Em 12 de Outubro de 2009 o maná cai do céu, o candidato dos rosinhas não tem carisma, é vaidoso, manipulador e pouco inteligente; um pão sem nada. Será que é mesmo assim? Ou não?

                          A maioria reforça-se, a porca é magra mas pare mais de uma dezena de leitões, tudo mama, não há dinheiro, pede-se emprestado aos milhões, os juros são altos mas que importa, é preciso contentar a caterva, é preciso que os BMW e os AUDI enfeitem a frontaria dos Paços do Concelho, é necessário que os construtores civis do regime não parem, duplique-se, triplique-se, quadruplique-se a divida subam-se os impostos e taxas, os munícipes pagam e bufam depois, é o regabofe, mas em 29 de Setembro a perna da cadeira parte e a Senhora cai.

                          E agora? É preciso ir trabalhar; mas o partido está no poder e promete recompensa; é necessário que tão bem se serviu o povo não seja esquecido, sobe e desce e cabeças ocas na Assembleia da república precisam-se, e nas legislativas a dita é eleita.

                          Coitada, acha tudo muito engraçado, não percebe nada daquilo e também não percebe que foi eleita para não perceber, mas tem uma apetência invulgar para obedecer a ordens cegamente.

                           Ei-la, ela ai está, a Velha Senhora regressou, com ela vieram os beijinhos e abraços e as pias promessas, a principal é que o Senhor de Vila Ruiva não fará parte da banda, será verdade?

Que farão os eleitores do Município de Nelas?

Vão ouvir novamente;- aí vem o lobo, aí vem o lobo, irão acreditar? 

                          O eterno decurião da Concelhia do P-S. que irá fazer?  Continuará na infância, na puberdade, na juventude ou a cair de podre? E a decúria que o acompanha cegamente o que pensa? Est à espera do massacre dos Germanos?  Que Deus os ilumine.

...

CONDOR

Ave da família dos cartatideos encontrada ao longo da Corrdilheira Andina.

Ave de grande porte, um metro de comprimento e três de envergadura, de

plumagem negra, com espesso colar de plumas branca e cabaça nua.

Ave  necrófaga, voa a grande altitude, visão extraordinária e olfacto apuradissimo;

presta serviço de elevado valor à humamidade de limpesa nos meios urbanos,

sub- hubanos, campos e montanhas, por isso são protegidas nos paises da América

Centra e do Sul,

Simbolo das liberdades individuais, cunha  algumas moedas de ouro da Colômbia e do Peru.

Como ele, modéstia à parte, queremos, ser o simbolo das liberdades individuais e limpar 

a porcaria que por aí vai no municipio de Nelas, no que diz respeito a pseudo dirigentes partidários, que

de velhos conceitos ideológicos fedem a podre e empestam o ambiente.

É tempo de dizer basta, deixem-nos respirar, deixem-nos ser livres.

 

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